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sexta-feira, 6 de maio de 2011
Açaí de mil e uma utilidades
O açaí é uma espécie de palmeira encontrada no Amazonas, Pará, Maranhão, Acre e Amapá.
O açaí pode ser consumido de diversas formas: sucos, doces, sorvetes e geléias. Atualmente é muito consumido o açaí na tigela, onde a polpa é acompanhada de frutas e até mesmo de outros alimentos. Na região amazônica, a polpa do açaí é muito consumida com farinha de mandioca ou tapioca.
A polpa do açaí é um ótimo energético, sendo que cada 100 gramas possui 250 calorias, o açaí é uma fruta rica em proteínas, fibras e lipídioIndústria de cosmésticos nacional e internacional está utilizando o açaí para produzir cremes, shampos e outros produtos de beleza, sementes do açaí também são utilizadas no artesanato da região norte.Encontra-se nesta fruta as seguintes vitaminas: C, B1 e B2, o açaí também possui uma boa quantidade de fósforo, ferro ecálcio.
As folhas do açaízeiro são usadas para a produção de produtos trançados como:bolsas, redes, sacolas, etc.
Devido sua resistência, serve como cobertura de casas como produção de telhados.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Maniçoba atiça os sentidos do paraense
Qual o paraense que nunca se deliciou numa gostosa e generosa porção de maniçoba? Este é um dos pratos mais cobiçados por paladares da terra e por turistas, onde muitos destes vêm de longe já com o intuito de experimentar a iguaria.
Feita com as folhas da mandioca, a chamada maniva, a maniçoba é uma receita que atiça todos os sentidos do paraense, ou você nunca entrou em frenesi quando passa na rua e sente a sua vizinhança toda com a panela de maniçoba no fogo, se preparando para os festejos do Círio?
Confira abaixo a receita dessa deliciosa iguaria paraense:
Ingredientes:
3 kg de folha de maniva moída (mandioca brava)
1/2 kg de toucinho
1/2 kg de charque(carne seca)
1/2 kg de linguiça portuguesa
1/2 kg de paio
1/2 kg de lombo de porco
1/2 kg de orelha de porco
1/2 kg de rabo de porco
Alho picado a gosto
Pimenta de cheiro a gosto.
Modo de Preparo:
No 1o.dia coloque a folha da maniva moída numa panela grande com bastante água. Deixe ferver durante todo o dia em fogo brando, sem deixar secar. No dia seguinte, coloque o toucinho e deixe ferver novamente. No 3o.dia, escalde todas as carnes e coloque na panela da maniva para ferver. Mexa de vez em quando. No dia seguinte, acrescente o alho e a pimenta e deixe ferver por mais 6 horas, mexendo de vez em quando. Sirva com arroz branco e farinha de mandioca crua.
Feita com as folhas da mandioca, a chamada maniva, a maniçoba é uma receita que atiça todos os sentidos do paraense, ou você nunca entrou em frenesi quando passa na rua e sente a sua vizinhança toda com a panela de maniçoba no fogo, se preparando para os festejos do Círio?
Confira abaixo a receita dessa deliciosa iguaria paraense:
Ingredientes:
3 kg de folha de maniva moída (mandioca brava)
1/2 kg de toucinho
1/2 kg de charque(carne seca)
1/2 kg de linguiça portuguesa
1/2 kg de paio
1/2 kg de lombo de porco
1/2 kg de orelha de porco
1/2 kg de rabo de porco
Alho picado a gosto
Pimenta de cheiro a gosto.
Modo de Preparo:
No 1o.dia coloque a folha da maniva moída numa panela grande com bastante água. Deixe ferver durante todo o dia em fogo brando, sem deixar secar. No dia seguinte, coloque o toucinho e deixe ferver novamente. No 3o.dia, escalde todas as carnes e coloque na panela da maniva para ferver. Mexa de vez em quando. No dia seguinte, acrescente o alho e a pimenta e deixe ferver por mais 6 horas, mexendo de vez em quando. Sirva com arroz branco e farinha de mandioca crua.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Theatro da Paz comemora seu 133° aniversário
No dia 15 de fevereiro, o Theatro da Paz, em Belém, comemora seu 133º aniversário. A data será comemorada com uma homenagem ao monumento. A programação incluirá diversas canções do Maestro Waldemar Henrique, que comemora seu 106º aniversário.
Recital em comemoração aos 133 anos do Theatro da Paz e o 106° aniversário do Maestro Waldemar Henrique acontece no dia 15 de fevereiro, às 20h, no Theatro da Paz, com entrada franca.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
O recanto da paz... e das Garças
Resultado da revitalização de uma área de 40.000m2, no entorno do Arsenal da Marinha, o local reproduz num espaço naturalístico as diferentes macro-regiões da flora paraense: as matas de terra firme, as matas de várzea e os campos. Uma poética síntese do ambiente amazônico no coração urbano e um exemplo de como se relacionar conscientemente com a natureza.
O parque harmoniza aspectos de prazer e comodidade. Os visitantes têm a chance de fazer seu olhar sobrevoar pontos especiais como o grande lago central, os caminhos sinuosos, os canteiros coloridos, as áreas de estar e os equipamentos de lazer e serviços. Os lagos artificiais do complexo receberam aves pernaltas, marrecos e quelônios criteriosamente selecionados. Recantos com caramanchões em madeira criam oásis de sombra perfeitos para o descanso.
Para quem quer aproveitar o passeio na hora do almoço, o Mangal oferece o melhor da culinária paraense e internacional no Restaurante Manjar das Garças, que funciona das 12h às 3h (quinta a sábado) e 12h a 0h (domingo, terça e quarta). O Mangal também dispõe de quiosques com venda de lanches variados.
Localizado às margens do Rio Guamá, o parque ambiental Mangal das Garças oferece a você a oportunidade de se sentir dentro da floresta amazônica em pleno centro histórico de Belém.
Fonte: SECULT
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Sensualidade recheada de cultura
Saiba um pouco mais sobre essa dança sensual que anima os paraenses.
O Carimbó é uma sonoridade de procedência indígena, aos poucos mesclada à cultura africana, com a assimilação das percussões dos negros; e a elementos de Portugal, como o estalar dos dedos e as palmas, que intervêm em alguns momentos da coreografia.
Originalmente, em tupi, esta expressão significa tambor, ou seja, curimbó, como inicialmente era conhecido este ritmo. Gradualmente o termo foi evoluindo para carimbó.
O Carimbó é uma sonoridade de procedência indígena, aos poucos mesclada à cultura africana, com a assimilação das percussões dos negros; e a elementos de Portugal, como o estalar dos dedos e as palmas, que intervêm em alguns momentos da coreografia.
Originalmente, em tupi, esta expressão significa tambor, ou seja, curimbó, como inicialmente era conhecido este ritmo. Gradualmente o termo foi evoluindo para carimbó.
Esta dança teve sua origem no território de Belém, mais precisamente na área do Salgado, composta por Marapanim, Curuçá e Algodoal; e também se disseminou pela Ilha de Marajó, onde era cultivada pelos pescadores. Acredita-se que o Carimbó navegou pela baía de Guajará, pelas mãos dos marajoaras, desembarcando nas areias do Pará, justamente nas praias do Salgado. Não se sabe exatamente em que ponto desta região ele tomou forma e se consolidou, embora Marapanim clame pela paternidade desta coreografia, editando anualmente o famoso Festival de Carimbó de Marapanim.
De qualquer forma, esta cadência evoluiu para um formato mais moderno, inspirando decisivamente o nascimento da lambada e do zouk. Tradicionalmente este estilo musical era executado em tambores. Os tocadores golpeavam este instrumento, manufaturado com troncos de árvores, utilizando as mãos no lugar de pequenas varas. Eles eram secundados por reco-reco, viola, ganzá, banjo, maracás e flauta. Juntos, eles conferiam ao carimbó uma musicalidade original e voluptuosa.
Nas décadas de 60 e 70 guitarras elétricas foram acrescentadas aos tradicionais instrumentos, e a dança passou a receber forte inspiração de ritmos como o merengue e a cúmbia. Ao se disseminar pela região Nordeste do país, ela impulsionou o surgimento da lambada, que se difundiria por todo o Planeta.
Nas apresentações do carimbó os homens vestem blusas lisas ou mesmo estampadas, acompanhadas de calças sem estampas; eles não esquecem do lenço adornando o pescoço, do chapéu de arumã, e os pés ficam nus. As mulheres, por sua vez, trajam blusas que liberam os ombros e a barriga, para que fiquem visíveis, usam inúmeros colares e pulseiras confeccionadas com sementes que florescem na região paraense, sobre saias amplas ou franzidas, repletas de cores e estampas. Arranjos florais são dispostos sobre as cabeças, e elas igualmente dispensam sapatos.
A coreografia principia com os casais posicionados em filas, e então o homem acerca-se de sua companheira batendo palmas, sinal para que ela se considere convidada para dançar. Elas cedem e dão início a um volteio circular, constituindo simultaneamente um amplo círculo, movendo as saias, com a intenção de arrojá-las sobre a cabeça de seu parceiro.
A dança segue com uma das bailarinas lançando ao solo um lenço; seu companheiro, dobrado para frente e com os braços jogados para trás, simulando asas, abrem as pernas e se esforçam para apanhar o acessório com a boca, sem sair do ritmo. Enquanto isso a moça apanha a saia com as mãos, agita-a, como se ela fosse um peru, e todos cantam um trecho da música referente a este gesto: O Peru está na roda chô Peru. Tudo corre como se obedecesse, portanto, a um ritual pré-estabelecido, já memorizado por todos.
Calypso é atração internacional mais uma vez
A dupla Joelma e Chimbinha, em Miami, participam do programa da loura
No terceiro episódio da temporada de verão do Estrelas, este sábado, Angélica levou Bruno de Luca ao Everglades Safari Park para um passeio em clima de aventura. A dupla conheceu o habitat de animais típicos dessa região, como o alligator e o crocodilo. Com binóculos, chapéu de safári e máquina fotográfica, eles registraram a vida selvagem da região. Depois da caminhada pelo parque, Angélica e Bruno embarcam no airboat para um passeio cheio de adrenalina pelo lago. Também no programa, Angélica encontrou com Joelma e Chimbinha, da banda Calypso que conferem um calypso diferente: um gênero musical originário do Caribe, que é tocado em steel drums, instrumento feito de tambores de óleo. O guitarrista já conhecia o som e o incorporou às músicas do grupo. O casal, então, topou o desafio proposto pelo Estrelas: sair às ruas de Miami para ver quem arrecada mais dinheiro com seu gênero musical.
No terceiro episódio da temporada de verão do Estrelas, este sábado, Angélica levou Bruno de Luca ao Everglades Safari Park para um passeio em clima de aventura. A dupla conheceu o habitat de animais típicos dessa região, como o alligator e o crocodilo. Com binóculos, chapéu de safári e máquina fotográfica, eles registraram a vida selvagem da região. Depois da caminhada pelo parque, Angélica e Bruno embarcam no airboat para um passeio cheio de adrenalina pelo lago. Também no programa, Angélica encontrou com Joelma e Chimbinha, da banda Calypso que conferem um calypso diferente: um gênero musical originário do Caribe, que é tocado em steel drums, instrumento feito de tambores de óleo. O guitarrista já conhecia o som e o incorporou às músicas do grupo. O casal, então, topou o desafio proposto pelo Estrelas: sair às ruas de Miami para ver quem arrecada mais dinheiro com seu gênero musical.
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