NOTÍCIAS
PARÁ
SÃO PAULO
PERNAMBUCO
RIO DE JANEIRO
BRASIL
MUNDO
METEOROLOGIA
AMAZÔNIA
TECNOLOGIA
EDUCAÇÃO
Mostrando postagens com marcador Saude. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saude. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 30 de março de 2011
Ibama multa prefeito e prefeitura
O Ibama do Pará multou a prefeitura e o prefeito de Belém, Duciomar Costa (PTB), pela existência de um lixão a céu aberto sem licença ambiental e sem tratamento dos resíduos sólidos. Costa fica sujeito à multa de R$ 4.000 por dia após ser notificado. Para a prefeitura, o valor é de R$ 40 mil diários, até que apresente um projeto concreto para adequar a área. Hoje, segundo o Ibama, o aterro do Aurá recebe diariamente cerca de 2.000 toneladas de lixo originado em Belém e outras cinco cidades. Localizado próximo ao município de Ananindeua, atrai urubus e catadores de lixo.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Mulheres no Cooperativismo
Num movimento progressivo, as mulheres têm participado cada vez mais do universo cooperativista. Dados a Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (OCB-PA) mostram que, num universo de 264 cooperativas e 45.566 cooperados, um terço é do sexo feminino, o que representa mais de 15 mil mulheres cooperadas. Isso demonstra a força da mulher nos 13 ramos do cooperativismo paraense.
Há 15 anos no cooperativismo, a conselheira fiscal da Cooperativa de Serviços Agroflorestais e Industriais (COOPSAI), Vera Germano, considera esse aumento da participação feminina uma grande conquista. “É uma grande vitória a mulher ocupar os espaços de decisão. Na COOPSAI, dos 126 cooperados, 49 são mulheres e 50% da diretoria e do Conselho Fiscal é composto por mulheres”, comenta.
Kátia Santos, presidente da Cooperativa dos Educadores Autônomos de Castanhal (CEAC), conta que antigamente existia uma barreira para as mulheres no cooperativismo. Elas apenas ajudavam na produção do homem dentro das empresas. “Hoje esse retrato mudou, a mulher pode ser qualificada como cooperada em todos os ramos do cooperativismo e me vejo como vitoriosa nesta batalha”.
O superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará (SESCOOP-PA), Manoel Teixeira, explica que houve um aumento considerável na participação da mulher no quadro social das cooperativas. “A participação da mulher, desde os cargos de presidência a outras atribuições é crescente. Um exemplo disto foi o dia Internacional do Cooperativismo de 2010, comemorado no mundo inteiro com o tema “A mulher e o cooperativismo”, relata.
Fonte: OCB - PA
Há 15 anos no cooperativismo, a conselheira fiscal da Cooperativa de Serviços Agroflorestais e Industriais (COOPSAI), Vera Germano, considera esse aumento da participação feminina uma grande conquista. “É uma grande vitória a mulher ocupar os espaços de decisão. Na COOPSAI, dos 126 cooperados, 49 são mulheres e 50% da diretoria e do Conselho Fiscal é composto por mulheres”, comenta.
Kátia Santos, presidente da Cooperativa dos Educadores Autônomos de Castanhal (CEAC), conta que antigamente existia uma barreira para as mulheres no cooperativismo. Elas apenas ajudavam na produção do homem dentro das empresas. “Hoje esse retrato mudou, a mulher pode ser qualificada como cooperada em todos os ramos do cooperativismo e me vejo como vitoriosa nesta batalha”.
O superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Pará (SESCOOP-PA), Manoel Teixeira, explica que houve um aumento considerável na participação da mulher no quadro social das cooperativas. “A participação da mulher, desde os cargos de presidência a outras atribuições é crescente. Um exemplo disto foi o dia Internacional do Cooperativismo de 2010, comemorado no mundo inteiro com o tema “A mulher e o cooperativismo”, relata.
Fonte: OCB - PA
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Governos Federal e Estadual tratam sobre a Dengue no Estado
Jatene recebe Ministro da Saúde para tratar sobre possível epidemia.
O governador Simão Jatene recebeu, na tarde deste sábado (15), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na capital paraense. O encontro teve como objetivo central a união de esforços entre os governos federal, estadual e municipais, no combate à dengue no Pará, que se encontra entre os 16 estados brasileiros com alto risco de epidemia da doença.
Simão Jatene disse de sua alegria em receber o ministro da Saúde no Pará logo no início do seu mandato e aceitou o pacto para combater o avanço da dengue no Estado. Para ele, "somos um grupo de humanos num momento de transição do milênio e ainda nos confrontamos com antigas mazelas. Não é questão de
saber, o saber nós temos, o que falta é capacidade de construir uma grande aliança", explicou.
saber, o saber nós temos, o que falta é capacidade de construir uma grande aliança", explicou.
Conforme Jatene, em pleno terceiro milênio, 2,5 milhões de paraenses vivem com R$ 4,00 por dia. "temos desafios, mas apesar da diversidade do Estado, ainda não tivemos competência para usar essa diversidade para reduzir as desigualdades", lamentou.
Assim, de acordo com Jatene, "independentemente de partidos políticos é preciso construir alianças e pactos para melhorar a vida das pessoas". "Eu tenho certeza que nós vamos vencer a dengue, vamos começar com o pé direito, vamos mostrar que é possível", afirmou Jatene, ressaltando que as desigualdades o incomodam, não as diferenças. "Vamos vencer o inimigo comum com a determinação de cada um de nós, esse teste é importante para todos nós", ressaltou. "A urgência agora é a dengue, mas agora podemos melhorar a qualidade da saúde, reduzir a pobreza e a desigualdade", complementou.
Por fim, Jatene lembrou uma música de Elis Regina que diz que "o Brasil não conhece o Brasil", e disse que o mapa do País lembra um pernil, porém, "a maioria acredita que a saída está no osso, mas na verdade está na carne e eu tenho certeza que vai ser diferente no governo da Dilma".
O governador crê que vencerá a guerra contra a dengue por dois motivos: "disseram que era loucura construir cinco hospitais regionais e estão prontos. Na primeira vez em que me candidatei, eu tinha 3% das intenções de voto e o povo me fez governador, como é que não podemos vencer a dengue? Se nós não formos capazes de vencer a dengue, como seremos capazes de vencer as desigualdades e pobreza?".
Ministro - "É o momento da virada para derrotarmos a dengue", com essas palavras, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, convocou o governador Simão Jatene, prefeitos e secretários de saúde para uma verdadeira guerra contra dengue no Estado. O encontro entre os gestores dos três níveis de governo aconteceu no auditório do Hospital de Clínicas Gaspar Vianna.
O Pará é um dos 16 Estados brasileiros em situação de alerta para dengue, que estão sendo visitados pelo ministro da Saúde, por meio da chamada "Caravana da Dengue". Ele já esteve no Rio de Janeiro e Acre. "Todos serão visitados", garantiu Padilha.
Fonte: Agência Pará
Governo promove programação contra a hanseníase
Secretaria de Saúde do Estado trabalhou na Praça da República domingo
Uma programação educativa marcou neste domingo (30), na Praça da República, em Belém, o Dia Mundial de Combate à Hanseníase e o lançamento da Campanha Estadual 2011 de controle da doença no Pará. O evento foi promovido pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), em parceria com diversas instituições públicas e não governamentais.
Os objetivos da campanha são diagnosticar precocemente casos de hanseníase e divulgar informações quanto aos sinais e sintomas da doença, enfatizando a importância do exame de contato. A hanseníase é uma doença que tem cura.
Além das informações divulgadas pelas instituições nas diversas barracas armadas na praça, a programação contou com a apresentação da peça teatral "A Importância da Informação", encenada pela Rádio Margarida, uma ONG que usa arte, cultura e educação para tratar de saúde.
Com personagens como Dona Coló, o agente comunitário de saúde Anivaldo, Zezinho da Vila e o radialista José Garibaldi, as pessoas tiveram oportunidade de saber mais sobre o contágio, diagnóstico e tratamento da doença.
Na Praça da República, onde aos domingos funciona a Feira do Artesanato e acontecem diversos eventos culturais, profissionais de saúde, voluntários, diretores da Sespa e o secretário de Estado de Saúde Pública, Helio Franco, distribuíram panfletos com informações sobre hanseníase.
Migração - Helio Franco disse que a hanseníase é um problema preocupante, principalmente devido ao intenso processo migratório de pessoas nas regiões Sul e Sudeste do Estado, incentivado pelos grandes projetos, como agora a construção da Usina de Belo Monte no município de Altamira.
"Mas informação todo mundo tem. O grande desafio é convencer as pessoas da necessidade de procurarem o serviço de saúde para serem avaliadas", observou o secretário.
Ele destacou, ainda, a importância da parceria para trabalhar questões de saúde, como hanseníase e dengue, além de outras doenças. "É importante dizer sempre que a hanseníase tem cura e que quem começou o tratamento não pode parar", destacou Helio Franco.
Sintomas - Os principais sintomas da hanseníase são manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou em tons de marrom em qualquer parte do corpo, com diminuição ou perda da sensibilidade ao calor, dor e ao tato, caroços e inchaços, dor e sensação de choque, fisgadas ao longo dos nervos dos braços, mãos, pernas e pés.
Segundo o dermatologista Carlos Cruz, a transmissão da hanseníase ocorre de pessoa para pessoa por meio da fala, tosse ou espirro, quando são eliminadas partículas infectantes. "No entanto, 90% da população têm proteção natural contra a hanseníase, e 10% adoecem", acrescentou.
Ele explicou que, atualmente, o tratamento contra hanseníase tem dois períodos: o de seis meses, com dois medicamentos, e o de um ano, com três medicamentos, sendo a Rifanpicina o principal antibiótico utilizado. Só na primeira dose já mata 99,9% dos bacilos, fazendo com que o paciente deixe de promover o contágio.
Conforme o dermatologista, a taxa de abandono do tratamento no Pará (7,9%) não é tão ruim, uma vez que a Organização Mundial de Saúde (OMS) determina que seja abaixo de 10%. Mas ainda há necessidade de ampliar a taxa de cura para mais de 80%.
Os municípios mais atingidos pela hanseníase são Marabá, Parauapebas, Jacundá e Eldorado do Carajás, exatamente onde estão localizados grandes projetos minerais, que atraem muitas pessoas de fora do Estado, como do Maranhão. A maioria dessas pessoas acaba vivendo em locais sem qualquer infraestrutura, como água potável, e sem alimentação adequada, facilitando a transmissão da doença.
Desafios - De acordo com o coordenador Estadual de Controle da Hanseníase, Luiz Augusto, cerca de 700 profissionais de saúde já foram capacitados em hanseníase, sendo 176 só em Belém. "O maior desafio é quebrar o preconceito contra a doença. Por isso, a necessidade de outros setores estarem juntos, como educação, para mudar essa situação, já que até alguns profissionais de saúde têm preconceito", ressaltou.
Também é um desafio, segundo Luiz Augusto, a descentralização do atendimento para os 143 municípios, uma vez que apenas em 57% deles o Programa de Controle da Hanseníase está implantado. "E isso dificulta o acesso das pessoas ao tratamento, sem contar que muitas pessoas também têm dificuldade de chegar à unidade", observou.
Missondas Martins, 48 anos, integrante do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan), tem sequelas da hanseníase, que o vitimou há 30 anos. Segundo ele, agora as pessoas têm acesso ao diagnóstico precoce. "Hoje, as pessoas têm informação e qualquer pessoa pode fazer um autoexame. Basta pegar uma agulha, um algodão molhado e fazer o teste de sensibilidade em manchas suspeitas", explicou.
A Campanha Estadual de Controle da Hanseníase se estenderá por todo o primeiro quadrimestre de 2011, com as ações sendo realizadas em parceria com as 13 Regionais de Saúde da Sespa, Secretarias Municipais de Saúde, instituições de Educação, Aifo, Unidades Especializadas Marcelo Cândia e Demétrio Medrado, Sociedade Brasileira de Dermatologia, Liga Acadêmica de Hanseníase do Pará (Lahanpa), Sociedade Paraense de Pediatria, Rádio Margarida, Universidade Federal do Pará (UFPA), Uespa, IFPA, Cesupa, Esamaz, Unama, Celpa, Cosanpa, Morhan, Pastoral da Criança, OMS e Ministério da Saúde.
Roberta Vilanova - Sespa
sábado, 29 de janeiro de 2011
O perigo das Fast-Foods
O tempo talvez seja um dos principais elementos de valor no contexto globalizado atual. As sociedades, majoritariamente as ocidentais, se tornaram muito apressadas. Um reflexo dessa “correria” é encontrado na alimentação, nos chamados fast-foods (do inglês, “comida rápida”).
Fast food é uma expressão utilizada para se referir a todo alimento preparado em um pequeno intervalo de tempo e consumido por conveniência, como sanduíches e pizzas. De fato, esse hábito alimentar se tornou um elemento cultural em alguns lugares, especialmente nos Estados Unidos, fato criticado desde o final do século XX. Um dos piores perigos desse hábito foi comprovado através dos dados demonstrando a obesidade dos americanos: Entre 1988 e 1994, 23% dos habitantes do país podiam ser caracterizados clinicamente como obesos. Em 1999, esse número subiu para 30%.
Além de uma refeição dessas ser extremamente calórica (um sanduíche, um refrigerante médio e algumas batatas fritas possuem em torno de 1500 Kcal), correspondendo à grande parte do que deveria ser ingerido num dia, pode causar problemas de saúde. A grande quantidade de gordura presente nesses alimentos pode elevar os níveis de colesterol, aumentando o risco de doenças coronárias. Além disso, o açúcar presente nesses alimentos pode ter uma ligação direta com doenças cardíacas e diabetes.
Segundo o estudo Desenvolvimento do Risco Arterial Coronário em Jovens Adultos feito nos Estados Unidos, a obesidade é responsável por cerca de 300 mil mortes no país, e a cultura do fast-food é, provavelmente, o principal responsável por isso.
Fast food é uma expressão utilizada para se referir a todo alimento preparado em um pequeno intervalo de tempo e consumido por conveniência, como sanduíches e pizzas. De fato, esse hábito alimentar se tornou um elemento cultural em alguns lugares, especialmente nos Estados Unidos, fato criticado desde o final do século XX. Um dos piores perigos desse hábito foi comprovado através dos dados demonstrando a obesidade dos americanos: Entre 1988 e 1994, 23% dos habitantes do país podiam ser caracterizados clinicamente como obesos. Em 1999, esse número subiu para 30%.
Além de uma refeição dessas ser extremamente calórica (um sanduíche, um refrigerante médio e algumas batatas fritas possuem em torno de 1500 Kcal), correspondendo à grande parte do que deveria ser ingerido num dia, pode causar problemas de saúde. A grande quantidade de gordura presente nesses alimentos pode elevar os níveis de colesterol, aumentando o risco de doenças coronárias. Além disso, o açúcar presente nesses alimentos pode ter uma ligação direta com doenças cardíacas e diabetes.
Segundo o estudo Desenvolvimento do Risco Arterial Coronário em Jovens Adultos feito nos Estados Unidos, a obesidade é responsável por cerca de 300 mil mortes no país, e a cultura do fast-food é, provavelmente, o principal responsável por isso.
Comida de cachorro é melhor que de gente?
Nutricionista questiona a qualidade de fast-foods e compara com comida canina
A importância de uma boa alimentação sempre foi algo amplamente discutida em diversos lugares como casa, escola, trabalho etc. Basicamente, todos sabem um pouco sobre valores nutritivos e o que faz mal ou não.
Mesmo assim, muitos escolhem o fast-food como opção de refeição diária. É sabido ou pelo menos deveria ser, que alguns tipos de fast-food podem acarretar sérias consequências ao organismo como colesterol alto, obesidade, entre outros males.
Para combater esta dieta pouco nutritiva, o nutricionista polonês radicado há 10 anos nos Estados Unidos, Michael Konowalski resolveu chocar o mundo na semana passada ao divulgar seu novo experimento: depois de passar um mês comendo qualquer coisa que tivesse vontade, especialmente fast-food, o nutricionista pretende agora alimentar-se durante 30 ou 90 dias somente com ração de cachorro.
A motivação de Konowalski para o experimento inusitado é provar que até mesmo comida de cachorro pode ser melhor que seguir uma dieta de fast-food. Segundo o nutricionista, a experiência não é recomendável para ninguém, mas ele garante que tem mais energia enquanto se alimenta da ração canina orgânica e que sua taxa de gordura corporal baixou de 22 para 19%. Konowalski pretende lançar um documentário sobre o experimento para inspirar as pessoas a mudar suas vidas e seus hábitos alimentares.
Para ele, o documentário Supersize Me, de 2004, em que Morgan Spurlock passa um mês se alimentando de fast-food, falha ao culpar terceiros pela alimentação nada saudável dos Estados Unidos. O nutricionista acredita que a alimentação é uma escolha pessoal e a maioria da população não está acostumada a escolher comidas saudáveis.
O fast-food se tornou algo cultural nos Estados Unidos e o povo brasileiro começou a adquirir o hábito de consumir alimentos processados, pré-preparados ou prontos, seja pela falta de tempo ou por comodidade.
Para quem está acostumado a este tipo de comida, deve ser difícil abrir mão, pois o ideal é excluir totalmente do cardápio. Mas, se existe a necessidade consumi-lo, que seja raramente.
Até mesmo, como o próprio nutricionista Michael Konowalski concluiu, a alimentação é uma escolha do indivíduo, algo voluntário e consciente. Cabe a cada um saber o que lhe faz bem ou não.
A importância de uma boa alimentação sempre foi algo amplamente discutida em diversos lugares como casa, escola, trabalho etc. Basicamente, todos sabem um pouco sobre valores nutritivos e o que faz mal ou não.
Mesmo assim, muitos escolhem o fast-food como opção de refeição diária. É sabido ou pelo menos deveria ser, que alguns tipos de fast-food podem acarretar sérias consequências ao organismo como colesterol alto, obesidade, entre outros males.
Para combater esta dieta pouco nutritiva, o nutricionista polonês radicado há 10 anos nos Estados Unidos, Michael Konowalski resolveu chocar o mundo na semana passada ao divulgar seu novo experimento: depois de passar um mês comendo qualquer coisa que tivesse vontade, especialmente fast-food, o nutricionista pretende agora alimentar-se durante 30 ou 90 dias somente com ração de cachorro.
A motivação de Konowalski para o experimento inusitado é provar que até mesmo comida de cachorro pode ser melhor que seguir uma dieta de fast-food. Segundo o nutricionista, a experiência não é recomendável para ninguém, mas ele garante que tem mais energia enquanto se alimenta da ração canina orgânica e que sua taxa de gordura corporal baixou de 22 para 19%. Konowalski pretende lançar um documentário sobre o experimento para inspirar as pessoas a mudar suas vidas e seus hábitos alimentares.
Para ele, o documentário Supersize Me, de 2004, em que Morgan Spurlock passa um mês se alimentando de fast-food, falha ao culpar terceiros pela alimentação nada saudável dos Estados Unidos. O nutricionista acredita que a alimentação é uma escolha pessoal e a maioria da população não está acostumada a escolher comidas saudáveis.
O fast-food se tornou algo cultural nos Estados Unidos e o povo brasileiro começou a adquirir o hábito de consumir alimentos processados, pré-preparados ou prontos, seja pela falta de tempo ou por comodidade.
Para quem está acostumado a este tipo de comida, deve ser difícil abrir mão, pois o ideal é excluir totalmente do cardápio. Mas, se existe a necessidade consumi-lo, que seja raramente.
Até mesmo, como o próprio nutricionista Michael Konowalski concluiu, a alimentação é uma escolha do indivíduo, algo voluntário e consciente. Cabe a cada um saber o que lhe faz bem ou não.
sábado, 15 de janeiro de 2011
Governo inicia combate mais intenso a dengue no para
Diante de uma possível epidemia de Dengue no Estado, o secretário de saúde, Hélio Franco, apresentou um projeto de combate ao mosquito ao governo.
A Dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e tem como sintomas: Dor abdominal intensa, vômitos persistentes, hipotensão postural, variação na pressão arterial, hemorragias, entre outros.
Segundo Hélio, "Enquanto a vacina não vem, a melhor solução é a prevenção, que depende não apenas das ações do poder público, mas sim da atitude de todos os cidadãos, pois 70% dos criadouros estão nas casas".
De acordo com o secretário, durante o período chuvoso qualquer pessoa que tenha febre alta, dor no corpo, dor de cabeça e prostração deve ser tratada como caso de dengue, cujo remédio principal é hidratação. "A hidratação com água, suco, água de coco ou soro caseiro evita o agravamento da doença", garantiu ele. "Quem faz hidratação dificilmente vai a óbito, porque a complicação ocorre quando a parte líquida do sangue sai dos vasos sanguíneos para outras partes do corpo, como pulmão, coração e abdome, daí a importância da hidratação", explicou. E esclareceu que se a pessoa tiver outra doença, a hidratação não fará mal algum.
A Dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e tem como sintomas: Dor abdominal intensa, vômitos persistentes, hipotensão postural, variação na pressão arterial, hemorragias, entre outros.
Segundo Hélio, "Enquanto a vacina não vem, a melhor solução é a prevenção, que depende não apenas das ações do poder público, mas sim da atitude de todos os cidadãos, pois 70% dos criadouros estão nas casas".
De acordo com o secretário, durante o período chuvoso qualquer pessoa que tenha febre alta, dor no corpo, dor de cabeça e prostração deve ser tratada como caso de dengue, cujo remédio principal é hidratação. "A hidratação com água, suco, água de coco ou soro caseiro evita o agravamento da doença", garantiu ele. "Quem faz hidratação dificilmente vai a óbito, porque a complicação ocorre quando a parte líquida do sangue sai dos vasos sanguíneos para outras partes do corpo, como pulmão, coração e abdome, daí a importância da hidratação", explicou. E esclareceu que se a pessoa tiver outra doença, a hidratação não fará mal algum.
Assinar:
Postagens (Atom)
